- Número de Aprovação
- 262996
- Data limite para captação
- 31/12/2026
Captado —
Valor Aprovado R$ 665.236,00
0% Captado
04 ODS – Educação de Qualidade
05 ODS – Igualdade de Gênero
08 ODS – Trabalho Decente e Crescimento Econômico
10 ODS – Redução das Desigualdades
11 ODS – Cidades e Comunidades Sustentáveis
12 ODS – Consumo e Produção Responsáveis
17 ODS – Parcerias e Meios de Implementação
Captado —
Valor Aprovado R$ 665.236,00
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Há mulheres que passam a vida cuidando de tudo – da casa, dos filhos, da família, da rotina, da sobrevivência – e quase nunca encontram tempo, espaço ou reconhecimento para cuidar dos próprios caminhos.
O projeto de oficinas “Quem Cuida de Quem Cuida” nasce desse gesto de reparação simbólica e prática: oferecer formação, escuta e ferramentas para que mulheres, especialmente mães em situação de vulnerabilidade social, reconheçam valor nos saberes que já carregam e possam transformá-los em expressão cultural, autonomia e possibilidade de renda.
O projeto parte de uma ideia simples e poderosa: a cultura também mora no cotidiano. Está no alimento preparado em casa, no fazer manual, na criação de pequenos produtos, na memória de família, na capacidade de comunicar, vender, organizar, reinventar e produzir beleza mesmo em contextos de escassez. Ao reunir empreendedorismo cultural, comunicação, produção criativa e fortalecimento pessoal, as oficinas criam um ambiente onde esses saberes deixam de ser invisíveis e passam a ser trabalhados como potência.
Em Belo Horizonte e Betim, a iniciativa se conecta a territórios onde muitas mulheres sustentam redes inteiras de cuidado, mas seguem distantes das oportunidades de formação, circulação e renda. A proposta não trata essas participantes como público passivo: elas entram como protagonistas de uma jornada de criação, troca e construção de novos caminhos.
Com a experiência da Casa Brasil em projetos culturais, educacionais e formativos, “Quem Cuida de Quem Cuida” transforma a oficina em espaço de encontro, pertencimento e virada. Um lugar onde mulheres podem se reconhecer como criadoras, empreendedoras e produtoras de cultura – e onde o cuidado, tantas vezes silencioso, volta também para elas.
Mais do que uma formação, o projeto entrega uma experiência de valorização feminina, autonomia produtiva e fortalecimento comunitário, capaz de deixar marcas concretas na vida das participantes e nos territórios por onde passa.
Mulheres de 18 a 65 anos, prioritariamente mães em situação de vulnerabilidade social, residentes em Belo Horizonte/MG e Betim/MG, interessadas em formação cultural, empreendedorismo e geração de renda.
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