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IMERSÃO CACHAÇA BRASIL

  • 04 ODS – Educação de Qualidade
  • 08 ODS – Trabalho Decente e Crescimento Econômico
  • 10 ODS – Redução das Desigualdades
  • 11 ODS – Cidades e Comunidades Sustentáveis
  • 12 ODS – Consumo e Produção Responsáveis
  • 17 ODS – Parcerias e Meios de Implementação
Número de Aprovação
262690
Data limite para captação
31/12/2026

Captado

Valor Aprovado R$ 4.059.114,00

0% Captado

O projeto

Poucos símbolos traduzem o Brasil com tanta densidade quanto a cachaça de alambique. Ela nasce da terra, do engenho, do cobre, da madeira, da técnica artesanal e de saberes familiares transmitidos por gerações. Também está nos rótulos antigos, nas garrafas preservadas, nas fotografias de alambiques, nos documentos de produção e nos relatos de quem fez dessa tradição um modo de vida. “Imersão Cachaça Brasil” parte desse universo para organizar uma memória cultural que ainda se encontra dispersa, transformando acervos, imagens e narrativas em pesquisa, livro e exposição.

A proposta apresenta a cachaça para além do consumo, revelando sua dimensão histórica, estética, produtiva e patrimonial. O projeto percorre documentos, objetos, registros visuais, processos artesanais e histórias de produtores para mostrar como a cachaça de alambique ajudou a formar paisagens, economias locais, vínculos familiares e identidades regionais. O que muitas vezes aparece apenas como bebida ganha leitura cultural: uma expressão brasileira reconhecida, inclusive, por sua força de origem e identidade nacional.

Realizado pela ANPAQ – Associação Nacional da Cachaça de Alambique, o projeto nasce de uma instituição que conhece o tema por dentro. Criada em 1988, a associação atua há décadas na valorização da cachaça de alambique, no fortalecimento dos produtores artesanais, na promoção de boas práticas, na certificação de qualidade e na defesa da identidade cultural desse destilado brasileiro. Essa experiência aproxima a pesquisa de quem produz, preserva e mantém viva a cultura da cachaça, dando ao projeto consistência técnica, credibilidade e conexão real com o setor.

A imersão se organiza em três frentes complementares. Primeiro, a pesquisa e documentação, com levantamento, identificação, registro fotográfico, catalogação, digitalização e tratamento de acervos ligados à história e à produção da cachaça no Brasil. Depois, a criação de um livro documental, acompanhado de versão digital e audiobook. Por fim, uma exposição cultural interativa e acessível, realizada em Belo Horizonte durante 30 dias, reunindo acervos, imagens, objetos, painéis, recursos multissensoriais e narrativa expográfica.

Em Belo Horizonte, cidade onde gastronomia, cultura, design, conhecimento e experiência urbana se encontram com naturalidade, “Imersão Cachaça Brasil” ganha dimensão pública. A exposição convida o visitante a atravessar a história da cachaça como quem percorre um acervo vivo: da matéria-prima ao alambique, do rótulo à memória familiar, da técnica artesanal ao reconhecimento cultural. O público será conduzido por uma experiência que une pesquisa, sensorialidade, educação patrimonial e descoberta, aproximando tradição e contemporaneidade.

Ao transformar acervos dispersos em livro e exposição, o projeto organiza uma memória que poderia se perder, valoriza produtores e saberes tradicionais, amplia o acesso público ao conhecimento e entrega uma experiência cultural robusta, elegante e necessária sobre uma das expressões mais brasileiras da nossa identidade.

  • Pesquisa cultural estruturada sobre a história, a produção e os acervos relacionados à cachaça de alambique no Brasil.
  • 1 livro documental com versão digital e audiobook.
  • Hot site oficial, com conteúdos do projeto, livro digital, acervo e informações históricas.
  • 1 exposição cultural interativa com duração de 30 dias.

 

 

Público-Alvo

  • Público geral de Belo Horizonte e de outras regiões do país.

 

  • 100.000 beneficiários vinculados à pesquisa.
  • 10.000 visitantes na exposição cultural
  • 3.000 beneficiários diretamente contemplados pelo livro, com alcance expandido e contínuo por meio da circulação dos exemplares impressos, do hot site, da versão digital e do audiobook.

 

Acessibilidade

  • Livro em versão digital, com acesso pelo hot site.
  • Produção de audiobook, ampliando o acesso para pessoas com deficiência visual, baixa visão ou dificuldade de leitura.
  • Hot site com compatibilidade para leitores de tela.
  • Descrição de imagens, objetos e conteúdos visuais.
  • Navegação simples, intuitiva e com linguagem acessível.
  • Inclusão de legendas em conteúdos audiovisuais, quando aplicável.
  • Exposição em local com acessibilidade física, incluindo rampas, elevadores, corrimãos e banheiros adaptados.
  • Presença de intérprete de Libras na exposição e em ações previstas.
  • Presença de monitores para orientação e atendimento inclusivo.
  • Disponibilização de mapas táteis.
  • Gravações com descrição dos ambientes, percursos e roteiros da exposição.
  • Recursos de multissensorialidade para ampliar a experiência do público.

 

 

 

Democratização

  • Acesso público e gratuito aos conteúdos disponibilizados no hot site.
  • Acesso gratuito à exposição cultural em Belo Horizonte.
  • Disponibilização gratuita do livro em formato digital.
  • Disponibilização gratuita do audiobook.
  • Doação de exemplares impressos com caráter social, educativo e cultural.

 

Social

  • Preservação da memória cultural da cachaça de alambique, reunindo documentos, imagens, objetos, narrativas, rótulos, registros e acervos ligados à formação histórica do Brasil.
  • Valorização dos saberes tradicionais associados aos alambiques, aos mestres produtores, às técnicas artesanais e aos modos de fazer transmitidos entre gerações.
  • Ampliação do acesso público a conteúdos históricos que muitas vezes permanecem dispersos em acervos privados, coleções familiares, espaços produtivos ou arquivos pouco conhecidos.
  • Reconhecimento da cachaça de alambique como expressão cultural brasileira, conectada à agricultura, ao trabalho, à gastronomia, ao design dos rótulos, aos territórios produtores e à memória social do país.
  • Democratização do conhecimento por meio de conteúdos gratuitos, acessíveis e organizados para diferentes públicos.
  • Fortalecimento da relação entre patrimônio cultural, gastronomia, história e identidade brasileira, aproximando o público de uma tradição muitas vezes conhecida pelo produto final, mas pouco compreendida em sua profundidade histórica.
  • Conexão entre produtores, pesquisadores, instituições culturais, visitantes, estudantes e sociedade em torno de uma narrativa nacional sobre memória, território e saberes produtivos.
  • Criação de legado cultural permanente, com acervo digital, publicação, registros fotográficos e conteúdos acessíveis que permanecem disponíveis após a exposição.

 

Ambiental

  • Disponibilização de conteúdos em hot site, livro digital e audiobook, ampliando o acesso sem exigir novas impressões.
  • Uso responsável de materiais expográficos, mobiliário, sinalização, iluminação e recursos de comunicação visual.
  • Valorização de práticas tradicionais ligadas à produção artesanal, ao território e à permanência de saberes produtivos.
  • Conservação de documentos, imagens e objetos por meio de registro, tratamento, catalogação e preservação digital.

 

 

Econômico

  • Movimentação da cadeia cultural e criativa de Belo Horizonte, envolvendo patrimônio, design, expografia, audiovisual, produção cultural, tecnologia, acessibilidade e comunicação.
  • Fortalecimento da cadeia produtiva da cachaça de alambique ao valorizar sua memória, sua origem, seus produtores, seus registros e sua relevância cultural.
  • Estímulo ao turismo cultural e gastronômico, conectando a exposição à vocação de Belo Horizonte como cidade de cultura, eventos e gastronomia.
  • Profissionalização da preservação de acervos relacionados à cachaça, com pesquisa, documentação, curadoria, fotografia, digitalização e disponibilização pública.
  • Criação de ativos culturais permanentes, como livro, hot site, acervo digital, registros fotográficos e materiais interpretativos que podem seguir gerando valor institucional e educativo.

 

Contrapartida

  • Inserção da marca do patrocinador nas peças de divulgação do projeto.
  • Aplicação da marca no livro, hot site, exposição, materiais digitais, painéis institucionais, sinalização, programação, registros audiovisuais e relatório final.
  • Reconhecimento institucional do patrocinador como apoiador de uma iniciativa de preservação da memória, pesquisa, educação patrimonial e valorização da cultura brasileira.
  • Possibilidade de presença institucional na abertura da exposição ou no lançamento do livro, com menção protocolar, registro fotográfico e integração à agenda cultural do projeto.
  • Possibilidade de visita guiada exclusiva à exposição para convidados, colaboradores ou públicos estratégicos.
  • Possibilidade de ação de relacionamento vinculada ao tema do projeto, com mediação cultural sobre patrimônio, identidade brasileira, saberes tradicionais e memória da cachaça de alambique.
  • Produção de conteúdo institucional associado ao projeto, com bastidores da pesquisa, registros da exposição, depoimentos, imagens de acervo e melhores momentos.
  • Disponibilização de exemplares do livro para ações institucionais.
  • Entrega de relatório final com indicadores de público, divulgação, acessibilidade, distribuição, imprensa e impacto cultural.

 

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