ChatGPT Image 31 de mai. de 2026, 10_58_58

A GIRA – É HORA DE CANTAR

Número de Aprovação
2513787
Data limite para captação
31/12/2026

Captado

Valor Aprovado R$ 2.732.887,50

0% Captado

O projeto

Há artistas que não cabem apenas em uma biografia. Elas atravessam o tempo como presença, como memória, como fundamento. Jhusara é uma dessas vozes. Antes de ocupar o centro desta história, ela já estava no centro da música brasileira: nos palcos, nos estúdios, nos coros, nas rodas, nas gravações e nos encontros que ajudaram a formar parte essencial da MPB. “A Gira – É Hora de Cantar” nasce para transformar essa trajetória em experiência viva – não como homenagem distante, mas como reconhecimento, celebração e retomada de protagonismo.

Ainda adolescente, Jhusara já cantava com os irmãos Robson e Jurema no Trio Ternura. Em 1970, ao lado de Tony Tornado, viveu um dos momentos mais emblemáticos da música preta brasileira ao vencer o Festival Internacional da Canção com “BR-3”, canção que marcou uma virada estética, sonora e simbólica no país. Dali em diante, sua voz seguiu atravessando décadas ao lado de nomes como Alcione, Benito di Paula, Beth Carvalho, Cazuza, Dona Ivone Lara, Elba Ramalho, Fundo de Quintal, Jorge Aragão e tantos outros artistas que moldaram a memória afetiva da música nacional.

O projeto parte de uma constatação poderosa: muitas das vozes que sustentaram a grandeza da música brasileira permaneceram nos bastidores da consagração. Jhusara carrega essa história no corpo e no canto – a história das mulheres pretas, das intérpretes, das backing vocals, das artistas que deram textura, alma e profundidade a canções que o Brasil inteiro aprendeu a amar.

A experiência se constrói em três linguagens que se completam: a exposição fotográfica abre arquivos, imagens e memórias de uma vida dedicada à música; o média-metragem acompanha a travessia artística e humana de Jhusara, entre silêncio, força, reconstrução e permanência; o espetáculo musical, dirigido por Carlinhos de Jesus, transforma essa narrativa em corpo, luz, dança, voz e rito. A presença de Carlinhos ganha ainda mais sentido por sua relação com a trajetória da artista, marcada por anos de estrada, palco e convivência no universo musical que Jhusara ajudou a sustentar.

A palavra gira carrega o sentido mais profundo do projeto: roda, retorno, movimento, ancestralidade, reencontro. É o passado voltando como presença. É a memória deixando de ser bastidor para virar acontecimento. É uma artista que não retorna apenas para ser lembrada, mas para cantar, conduzir e afirmar que sua história ainda pulsa. “A Gira – É Hora de Cantar” é um projeto sobre música, mas também sobre justiça simbólica, cultura negra, protagonismo feminino e permanência. Uma experiência criada para emocionar, reparar e lembrar que algumas vozes não pertencem ao passado – pertencem ao agora.

  • 1 exposição fotográfica, com duração de 1 mês, composta por fotografias ampliadas em 80×80 cm.
  • 1 média-metragem documental, em Full HD, com até 49 minutos, sobre a vida e a arte de Jhusara.
  • 1 espetáculo musical, dirigido por Carlinhos de Jesus.

 

Público-Alvo

  • Cassificação livre, focado em público interessado em música brasileira, cultura negra e memória cultural.

 

  • Aproximadamente 100.000 visitantes para a exposição
  • Aproximadamente 1.800 espectadores no espetáculo musical
  • Alcance inicial previsto de 100.000 pessoas para o média-metragem, ampliado pela disponibilização gratuita do filme em plataforma de streaming.

 

 

Acessibilidade

  • Exposição realizada em espaço com acessibilidade física, incluindo rampas, corredores acessíveis e banheiros adaptados.
  • Exposição com audionarração e monitores de apoio para públicos com necessidades específicas.
  • Média-metragem com audionarração, legendas descritivas e legendagem.
  • Espetáculo musical em local com acessibilidade física.
  • Espetáculo musical com intérprete de Libras e monitores de apoio.

 

 

Democratização

  • Entrada gratuita na exposição fotográfica e no espetáculo musical.
  • Disponibilização gratuita do média-metragem em plataforma de streaming.

 

Social

  • Reconhecimento da trajetória de Jhusara como mulher preta, cantora, compositora e presença fundamental na música brasileira.
  • Valorização da memória da música preta nacional, do soul brasileiro, da MPB e dos movimentos culturais que marcaram os anos 1970.
  • Reposicionamento de artistas que ajudaram a construir a música brasileira, mas que nem sempre ocuparam o centro dos registros oficiais.
  • Fortalecimento do protagonismo feminino e negro nas narrativas culturais.
  • Diálogo entre gerações, aproximando novos públicos de uma história que atravessa festivais, palcos, estúdios, rodas musicais e grandes nomes da MPB.
  • Ampliação do acesso gratuito a três linguagens artísticas complementares: exposição, documentário e espetáculo musical.
  • Inspiração para artistas, cantoras, intérpretes, mulheres negras e profissionais da cultura que reconhecem na trajetória de Jhusara uma história de permanência, talento e retomada.

 

Ambiental

  • Disponibilização digital do média-metragem em streaming, reduzindo a necessidade de cópias físicas.
  • Priorização de materiais digitais para comunicação, divulgação, imprensa, patrocinadores e parceiros sempre que possível.
  • Organização consciente dos materiais de produção, figurinos, cenografia e impressões, evitando desperdícios nas etapas da exposição e do espetáculo.

 

Econômico

  • Geração de trabalho para artistas, músicos, bailarinos, equipe técnica, produtores, pesquisadores, roteiristas, designers, monitores, profissionais de montagem e fornecedores especializados.
  • Fomento à economia local durante a realização da exposição, do espetáculo e das etapas de produção, ativando serviços de locação de espaço, equipamentos, transporte, alimentação, hospedagem, impressão, cenografia, iluminação e sonorização.
  • Fortalecimento da cadeia de memória musical brasileira, com pesquisa de acervo, licenciamento de arquivos, direitos musicais, ECAD e produção audiovisual.
  • Criação de produtos culturais duradouros, especialmente o média-metragem, com potencial de circulação digital, educativa e institucional após o lançamento.

 

Contrapartida

  • Presença da marca do patrocinador nas peças digitais, materiais institucionais, exposição, créditos do média-metragem, espetáculo musical, comunicações oficiais e relatório final.
  • Associação da marca a um projeto de memória cultural, música brasileira, cultura negra, protagonismo feminino, audiovisual, artes visuais e espetáculo musical.
  • Presença institucional do patrocinador na abertura da exposição e no espetáculo musical, com agradecimento público e registro fotográfico.
  • Possibilidade de ativação de marca na exposição e no espetáculo musical.
  • Sessão personalizada do média-metragem para público indicado pelo patrocinador, como colaboradores, clientes, escolas, universidades, comunidades ou projetos sociais.
  • Visita mediada à exposição para público indicado pelo patrocinador, com conversa sobre memória da música brasileira, cultura negra, protagonismo feminino e bastidores da trajetória de Jhusara.
  • Possibilidade de roda de conversa para escolas, universidades ou comunidades indicadas pelo patrocinador, abordando memória da MPB, cultura negra, mulheres na música, trajetória artística, ancestralidade e valorização de artistas que ajudaram a construir a música brasileira.
  • Possibilidade de palestra  para colaboradores conectando a trajetória de Jhusara a reflexões sobre reconhecimento, trabalho coletivo, memória e valorização de talentos nos bastidores.
  • Conteúdo institucional de agradecimento ao patrocinador, destacando sua contribuição para preservar e difundir a trajetória de Jhusara e a memória da música preta brasileira.
  • Relatório final de impacto e visibilidade, com registros da exposição, espetáculo, média-metragem e síntese dos resultados culturais.

 

Obrigado!

Seu formulário foi enviado com sucesso.

Entraremos em contato com você em breve.