CULTURAS AMAZONICAS NAS ESCOLAS NEO

CULTURAS AMAZÔNICAS NAS ESCOLAS – ANO I

  • 04 ODS – Educação de Qualidade
  • 08 ODS – Trabalho Decente e Crescimento Econômico
  • 10 ODS – Redução das Desigualdades
  • 11 ODS – Cidades e Comunidades Sustentáveis
  • 12 ODS – Consumo e Produção Responsáveis
  • 15 ODS – Vida Terrestre
  • 17 ODS – Parcerias e Meios de Implementação
Número de Aprovação
258640
Data limite para captação
31/12/2026

Captado R$ 1.000.000,00

Valor Aprovado R$ 4.431.415,00

22% Captado

O projeto

Não existe uma única Amazônia. Existem Amazônias indígenas, quilombolas, ribeirinhas, urbanas, periféricas, ancestrais e contemporâneas, formadas por diferentes modos de criar, viver, narrar e compreender o mundo. “Culturas Amazônicas na Escola – Ano I” leva essa pluralidade para o centro da experiência artística, reconhecendo estudantes, professores, artistas e comunidades como produtores de cultura e conhecimento.

O projeto será realizado em seis escolas públicas de Belém, Manaus e São Luís. Em cada território, um artista visual conduzirá residências artísticas com estudantes e professores-mentores, colocando sua pesquisa em diálogo com as expressões culturais presentes na comunidade. Grafite, pintura, desenho, colagem, escultura, xilogravura e outras linguagens poderão surgir desse encontro, sempre atravessadas pelas identidades, memórias e questões trazidas pelos participantes.

As oficinas percorrem três movimentos — apreciar, contextualizar e produzir — para que os estudantes reconheçam a arte em suas vidas, investiguem as referências de seus territórios e as transformem em criações autorais. Ao final, cada cidade receberá uma exposição de 30 dias, reunindo os trabalhos desenvolvidos pelos jovens e as obras comissionadas dos artistas convidados. A escola passa a irradiar cultura para além de seus muros, aproximando famílias e comunidades da produção artística local.

Uma plataforma digital imersiva, conteúdos audiovisuais, podcast, catálogo e ações em redes sociais ampliam a circulação dessa experiência e formam um acervo gratuito sobre as culturas amazônicas. Processos, obras e narrativas construídos nos territórios poderão alcançar educadores, estudantes, pesquisadores e públicos de diferentes regiões.

A condução do Instituto Iungo dá consistência a essa proposta. Sua trajetória reúne formação de professores, criação de materiais pedagógicos e atuação colaborativa com redes públicas, além da experiência dos ‘Itinerários Amazônicos, programa que já aproxima as escolas da complexidade cultural, social, histórica e ambiental da região. Esse repertório permite transformar conhecimento acumulado em uma experiência viva, na qual a arte ajuda as novas gerações a reconhecer, criar e compartilhar suas próprias Amazônias.

  • 6 residências/oficinas de artes visuais (duas por cidade) com 34 horas cada, totalizando 204 horas;
  • 3 exposições gratuitas (uma por cidade) com duração de 30 dias, reunindo produções dos estudantes e três obras comissionadas do artista convidado;
  • 1 conjunto de ações transmídia, com plataforma digital, conteúdos audiovisuais, podcast, catálogo e redes sociais.

 

Público-Alvo

  • Estudantes dos anos finais do Ensino Fundamental e do Ensino Médio de escolas públicas, professores, artistas visuais amazônidas e público em geral interessado em artes visuais, educação, identidade e culturas amazônicas.
  • 180 estudantes atendidos diretamente nas seis residências artísticas, além dos professores-mentores e artistas participantes;
  • Público estimado de 15 mil visitantes nas três exposições;
  • Alcance digital inicial estimado em 21 mil pessoas por meio da plataforma, do podcast, dos conteúdos audiovisuais, do catálogo e das redes sociais, com potencial de ampliação contínua pela disponibilização gratuita dos materiais.

 

Acessibilidade

  • Realização das oficinas e exposições em espaços com rampas, banheiros adaptados, elevadores ou estruturas equivalentes;
  • Audiodescrição dos conteúdos visuais;
  • Legendagem e legendas descritivas nos conteúdos audiovisuais;
  • Telões ou recursos de apoio visual durante as atividades;
  • Monitores capacitados para acompanhar pessoas com deficiência, neurodivergências ou outras necessidades específicas;
  • Comunicação clara sobre os recursos de acessibilidade disponíveis;
  • Aplicação de recursos acessíveis à plataforma e aos materiais digitais do projeto.

 

Democratização

  • Oferta gratuita das seis residências artísticas para estudantes de escolas públicas;
  • Entrada gratuita nas três exposições;
  • Disponibilização gratuita do conteúdo digital (plataforma, podcast, conteúdos audiovisuais e catálogo);
  • Formação de professores-mentores para multiplicação dos conhecimentos nas escolas;
  • Circulação digital das produções dos estudantes e artistas, ampliando seu acesso para outras regiões do Brasil.

 

Social

  • Valorização das culturas amazônicas a partir das vozes, memórias e experiências de quem vive nos territórios;
  • Fortalecimento da identidade e do pertencimento cultural de estudantes de escolas públicas;
  • Formação de jovens por meio de processos de apreciação, contextualização e criação artística;
  • Ampliação do repertório de professores para o ensino de Arte conectado às culturas locais;
  • Reconhecimento de artistas visuais amazônidas e aproximação de suas pesquisas com as comunidades escolares;
  • Transformação das escolas em espaços de criação, exposição e circulação cultural;
  • Aproximação entre estudantes, professores, artistas, famílias e comunidades;
  • Preservação de saberes, expressões e referências culturais por meio de acervo digital gratuito;
  • Formação de novos públicos para as artes visuais;
  • Combate a representações reduzidas ou estereotipadas da Amazônia, revelando sua diversidade cultural, social e territorial.

 

Ambiental

  • Sensibilização de estudantes e comunidades para a valorização e a preservação dos territórios amazônicos;
  • Integração de questões ambientais às criações artísticas, aos conteúdos digitais e às exposições;
  • Priorização de materiais reutilizáveis, recicláveis, de baixa toxicidade ou disponíveis nos próprios territórios;
  • Destinação adequada dos resíduos gerados nas oficinas, montagens e desmontagens;
  • Redução de impressos por meio da plataforma, do catálogo digital e dos conteúdos audiovisuais;
  • Contratação de artistas e fornecedores locais, diminuindo deslocamentos e valorizando recursos dos territórios.

 

Econômico

  • Remuneração de artistas visuais amazônidas pela condução das residências e criação de obras comissionadas;
  • Contratação de fornecedores locais de materiais artísticos, montagem, comunicação e serviços técnicos;
  • Movimentação da economia de Belém, Manaus e São Luís durante as oficinas, exposições e etapas de produção;
  • Fortalecimento das redes locais de artes visuais, educação e produção cultural;
  • Ampliação do portfólio e da visibilidade profissional de artistas, estudantes e equipes participantes;
  • Descentralização dos investimentos culturais, com execução simultânea em três estados da Amazônia Legal;
  • Criação de produtos digitais com circulação prolongada e potencial de gerar novas parcerias e oportunidades.

 

Contrapartida

  • Inserção da marca do patrocinador na plataforma digital, catálogo, podcast, conteúdos audiovisuais, redes sociais, materiais das exposições e relatório final;
  • Reconhecimento institucional da empresa como apoiadora da educação, das artes visuais e das culturas amazônicas;
  • Presença de marca nas três exposições e em suas ações de abertura;
  • Reserva de convites para representantes, colaboradores, clientes e parceiros nas aberturas das exposições;
  • Possibilidade de participação institucional de representante da empresa nos momentos de abertura e apresentação do projeto;
  • Realização de palestra ou encontro para colaboradores sobre culturas amazônicas, diversidade, educação e desenvolvimento dos territórios;
  • Possibilidade de realização de experiência artística para colaboradores e familiares, inspirada nas metodologias desenvolvidas nas residências;
  • Possibilidade de visita mediada às exposições para grupos indicados pelo patrocinador;
  • Possibilidade de ativação de marca durante as exposições, por meio de uma experiência interativa, instalação, espaço de convivência ou ação de relacionamento;
  • Produção de conteúdo institucional com registros das oficinas, obras, artistas, estudantes e impactos gerados nas comunidades escolares;
  • Disponibilização de kit digital pós-projeto, com fotografias, vídeos, catálogo, indicadores e melhores momentos;
  • Associação da marca à disponibilização gratuita de um acervo cultural sobre as múltiplas Amazônias;
  • Entrega de relatório de impacto com dados de público, formação, acessibilidade, alcance digital, contratação local e visibilidade;
  • Possibilidade de adoção de uma frente do projeto, como plataforma digital, podcast, exposição, acessibilidade ou formação artística, conforme a cota de patrocínio.

 

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