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DA JARDINEIRA A PATRIMÔNIO CULTURAL DA HUMANIDADE

  • 04 ODS – Educação de Qualidade
  • 08 ODS – Trabalho Decente e Crescimento Econômico
  • 10 ODS – Redução das Desigualdades
  • 11 ODS – Cidades e Comunidades Sustentáveis
  • 12 ODS – Consumo e Produção Responsáveis
  • 17 ODS – Parcerias e Meios de Implementação
Número de Aprovação
261990
Data limite para captação
31/12/2026

Captado

Valor Aprovado R$ 267.745,50

0% Captado

O projeto

A Pampulha não é apenas um cartão-postal de Belo Horizonte: é um território onde arquitetura, paisagem, arte moderna e memória urbana se encontram em escala mundial. Reconhecido pela UNESCO como Patrimônio Cultural da Humanidade, o Conjunto Moderno da Pampulha reúne obras associadas a Oscar Niemeyer, Roberto Burle Marx e Cândido Portinari, consolidando-se como um dos símbolos mais expressivos da identidade cultural da capital mineira.

“Da Jardineira a Patrimônio Cultural da Humanidade” nasce dessa potência. A bordo de uma jardineira dos anos 1950, o público percorre a Pampulha em uma vivência de mediação cultural e educação patrimonial, aproximando o público da história, da arquitetura, das artes visuais e da memória urbana de Belo Horizonte. A jardineira não funciona apenas como transporte: ela é parte da narrativa, um veículo histórico que conduz o público por outra forma de olhar a cidade.

O projeto ganha ainda mais sentido no momento em que a Pampulha volta ao centro das atenções da cidade, com ações de cuidado, gestão e recuperação da lagoa e de seu entorno. A jardineira conduz o público por esse território em renovação, transformando patrimônio, paisagem e memória urbana em uma experiência educativa, gratuita e profundamente conectada a Belo Horizonte.

Entre a Igreja São Francisco de Assis, a Casa do Baile, o Museu de Arte da Pampulha, a Casa Kubitschek, a Lagoa, os jardins e os equipamentos culturais do entorno, o projeto cria um roteiro sensível e acessível pela paisagem que fez da Pampulha referência internacional. Cada percurso abre espaço para escuta, contextualização, convivência e reconhecimento do patrimônio como algo próximo da vida cotidiana, e não distante da população.

Ao longo de 10 meses, serão realizadas viagens com monitoria, acessibilidade e acolhimento, alcançando estudantes da rede pública, idosos e público em geral. A proposta une educação, memória, experiência cultural e circulação pela cidade, criando uma ação de impacto simbólico e social: levar pessoas ao patrimônio e, ao mesmo tempo, fazer com que o patrimônio volte a circular no imaginário da população.

A iniciativa parte do Instituto Cultural Artigos e Carros de Época, instituição com trajetória ligada à memória, aos veículos históricos e a experiências culturais em Belo Horizonte. Esse repertório proporciona ao projeto uma identidade rara: a união entre patrimônio móvel, patrimônio mundial e educação cultural em uma experiência pública, gratuita e afetiva.

Mediação cultural e educação patrimonial itinerante, que entregará:

  • 360 passeios guiados gratuitos pelo Complexo Cultural da Pampulha, realizados ao longo de 10 meses, com 9 viagens semanais e capacidade de 19 participantes por trajeto.
  • 6.840 pessoas atendidas e 720 horas de atividade cultural.

 

Público-Alvo

Estudantes da rede pública de Belo Horizonte, pessoas idosas da Grande BH, professores, moradores da capital, visitantes, famílias e público em geral.

6.840 pessoas beneficiadas diretamente.

Acessibilidade

  • Elevador de acesso à jardineira para cadeirantes, pessoas idosas e pessoas com mobilidade reduzida.
  • Monitor intérprete de Libras para pessoas com deficiência auditiva.
  • Áudio explicativo para pessoas com deficiência visual.
  • Mediação com linguagem acessível, clara e adequada a diferentes perfis de público.
  • Acolhimento orientado para estudantes, pessoas idosas e públicos com diferentes necessidades de participação.

 

Democratização

  • Passeios gratuitos durante todo o período de realização.
  • Atendimento prioritário a estudantes da rede pública e pessoas idosas.

 

Social

  • Democratização do acesso ao Complexo Cultural da Pampulha por meio de roteiros gratuitos e mediados.
  • Formação cultural de estudantes da rede pública, com aproximação direta da arquitetura, da arte, da história e da paisagem cultural da cidade.
  • Valorização das pessoas idosas como público ativo de memória, convivência, aprendizagem e experiência cultural.
  • Fortalecimento do pertencimento urbano, estimulando moradores a reconhecerem a Pampulha como patrimônio vivo.
  • Criação de encontros intergeracionais entre jovens, idosos, professores, monitores e comunidade.
  • Preservação simbólica da memória de Belo Horizonte por meio da jardineira histórica como elemento de experiência, afeto e narrativa.

 

Ambiental

  • Valorização do uso consciente de um veículo histórico, preservando a jardineira como patrimônio móvel e instrumento educativo.
  • Sensibilização do público para o cuidado com a paisagem cultural da Pampulha.
  • Estímulo à preservação do patrimônio arquitetônico, paisagístico e urbano.
  • Priorização de materiais digitais na comunicação, reduzindo impressões desnecessárias.

 

 

Econômico

  • Movimentação da cadeia cultural ligada à educação patrimonial, turismo cultural, memória, audiovisual, produção executiva e acessibilidade.
  • Fortalecimento da Pampulha como destino de visitação cultural qualificada em Belo Horizonte.
  • Estímulo ao turismo cultural de proximidade e à circulação de moradores e visitantes por equipamentos simbólicos da cidade.

 

Contrapartida

  • Inserção da marca do patrocinador nas peças de divulgação do projeto.
  • Aplicação da marca em materiais digitais, peças institucionais, sinalizações, releases, relatório final e conteúdos de agradecimento.
  • Aplicação institucional da marca na jardineira, em área de visibilidade durante os roteiros, com inserção  integrada à identidade visual do projeto.
  • Reconhecimento institucional do patrocinador como apoiador de uma ação gratuita de educação patrimonial em um dos territórios culturais mais importantes de Belo Horizonte.
  • Possibilidade de menção institucional no início ou encerramento dos passeios, com linguagem discreta e integrada à experiência cultural.
  • Possibilidade de vivência especial para colaboradores do patrocinador, em data alinhada à execução do projeto, com roteiro cultural na jardineira e mediação sobre memória, cidade e patrimônio.
  • Associação da marca a uma iniciativa com forte aderência a educação, cultura gratuita, acessibilidade, envelhecimento ativo, juventude, patrimônio, turismo cultural e valorização de Belo Horizonte.
  • Relatório final com indicadores de execução, público, acessibilidade, divulgação, registros fotográficos e contrapartidas entregues.

 

 

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